Domingo, 22 de Julho de 2007

NOITES MINHAS.

As minhas noites são os amanheceres de todos os outros...
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Quando é a hora, eu entro em meu quarto. Olho pela última vez no espelho. Fecho a porta. Apago a luz.
Abro a janela e vejo todos os olhos fechados pela noite que cai. E os meus ainda abertos...
Deito. Rezo. Olho para o teto... música! Navego pela noite afora com ela a acompanhar-me.
Cada música uma lembrança a surgir... e os olhos que estão fora da minha janela, fechados!
Talvez eu durma só que meus olhos vêem a noite passando. O tempo todo!
Conheço cada pedaço da escuridão do meu quarto de tanto olhar para ela. Converso. Sinto a presença viva de todos os meus pensamentos. Sinto o cheiro. O gosto. Ouço vozes... mudo a estação!
Penso e os olhos fora da minha janela continuam fechados...
Sinto a neblina chegar. Sinto o vento noturno soprar. Vejo a garoa fina cair no telhado. É quando a noite começa a dormir para deixar o dia acordar. E todos os olhos que estavam fechados se abrem menos os meus, que agora se fecharam.
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Texto escrito quando todos os olhos fora da minha janela já estavam fechados...

16/11/06

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Bora lá!

Acho esse texto muito expressivo!

Sinto-me: Insonemente lunática
Em meus ouvidos toca: Noites Traiçoeiras
Rabiscado por Bridget Bran às 04:15
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MEMÓRIAS...

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Início, livro, caderno, caneta, borracha, lápis, folha, xérox, dinheiro, prova, trabalho, exame, dp, sala, cadeira, fundo, cheirar a canetinha, doida, janela, dormir, babar, bilhete, cochilar, escuro, claro, água, bala, chiclete, azedo, doce, chocolate, cola, passa pra cá, passa pra lá, não se mexa, limite-se a respirar, altos, baixos, ombro, apoio, força, carinho, amizade, discordar, concordar, estudo, empresta, copia, conversa, risada, gargalhada, choro, piada, rima, olhar, reparar, comentar, atrasar, faltar, assinar, nervoso, problema, fofoca, brincadeira, preguiça, sono, viagem, cabular, boteco, samba, pagode, requebra, pizza, cerveja, smirnoff ice, não falta, brinde, comemorar, sorvete, fome, comida, grupo, dupla, trio, briga, discussão, intriga, mistério, fazer, trabalhar, juntar, separar, malhar, querer, lutar, insistir, investir, de mal, aprender, crer, três pra cá, cinco pra lá, de repente sete, de repente seis, de repente cinco, três pra cá, dois pra lá, agora pára, atenção, ou não, gestão (), estatística (), vaca(), comunismo, e-mail, telefone.

Cantina, banco, mesa, café, água, H2O, refrigerante, batida, suco, batatinha, croissant, frango, chocolate, coxinha, empanado, loiro da cantina, bolo, pão de queijo, salada de frutas, carne louca, baconzitos, ruffles, leite quente, paçoca, pipoca, milho, manteiga, queijo ralado, sentar, fogo, fumaça, tempo, risada, gargalhada, minuto, passa.

Catraca, casa, metrô, Sé, Luz, Tucuruvi, Santana, rua de trás, conversa, companhia, bolsa no banco, banco na bolsa, ??, leitura, cheio, vazio, ônibus, hora, tempo, tarde, escuro, noite, cansaço, valeu a pena, amanhã, outro dia, igual, ou talvez, não!
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É possível viver tudo isso em:
2 horas
2 dias
2 semanas
2 meses
2 anos....
Foi possível!
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BORA LÁ!!
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Este texto foi escrito em homenagem aos momentos vividos na faculdade. Quanta loucura...agora, interrompida!
Sinto-me: Sapeca!
Rabiscado por Bridget Bran às 04:01
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Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

ONTEM, UM PENSAMENTO....

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Hoje estou aqui, sozinha, em casa! Aliás, esta semana toda estou assim... “do lar”! Nada ruim ou mesmo que eu não esteja acostumada. Até gosto ficar sozinha, cuidar das coisas por aqui. Exceto passar roupa! Não levo jeito pra coisa, já conformei!

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Enfim, ontem estava eu fazendo justamente algo que não levo jeito (passar roupa) e fiquei pensando em toda essa situação... Tudo que andou acontecendo de uns tempos para cá. Comecei a relembrar coisas e percebi como eu tive que assumir variadas posturas, assumir coisas, encabeçar situações, cuidar de coisas nunca antes assumidas, vistas.

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Tudo muito rápido, as coisas apareciam e eu fui participando, acompanhando, fazendo, decidindo tudo; correndo atrás de coisas que muitas vezes eu nem sabia como, por que, onde, quando...

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De três meses para cá assumi, literalmente, a posição de dona de casa. O forte dos acontecimentos começou em maio. Por causa de uma cirurgia da minha mãe, tive que tomar a postura de cuidar da casa e dela. Contas para pagar, fazer mercado, limpar, arrumar, cozinhar algumas vezes, sair, correr a trás de coisas para a outra casa, uma loucura infinita e ainda tive que rebolar para encontrar tempo para procurar trabalho. Enfim, uma turbulência que acabou melhorando há pouco mais de um mês.

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Agora me vejo aqui passando roupas, ou seja, novamente assumindo a postura de dona de casa!

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Com tudo isso, comecei a imaginar, ou melhor, a ME imaginar casada, com uma casa para cuidar, marido, filho(s), trabalho... Passando roupas (que não sei), lavar, limpar, cozinhar... Foi uma viagem longa e divertida! Fiquei pensando se daria conta, se faria as coisas com o capricho que tento fazer agora, se seria feliz... essas coisas.

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Por um tempo pensei até que estou ficando velha, que o tempo está passando, justamente porque estava indecisa se iria a uma “balada” à noite. Não sentia muita vontade. Queria ficar em casa, no meu canto, fazendo, talvez, nada, mas em casa, quieta...

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Tive uma sensação estranha, comecei a pensar que depois que assumi essas responsabilidades eu mudei muito. Cresci, parece até que sai da adolescência e entrei, finalmente, na fase adulta, mas eu já estou e há alguns anos... Tive medo e ao mesmo tempo, ansiosa e desejosa de passar por essa experiência. O desejo de ser mãe já me é, por demais, enorme, e passar por tudo isso de fato, assumir isso como condição de vida seria algo totalmente novo para mim.

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Hoje, essa semana toda e provavelmente a próxima eu estou de “dona de casa” por motivos relevantes, minha mãe deixou esse cargo a mim por conta de uma viagem. Mas, e ter isso todos os dias como sendo uma condição minha, diária, como seria? Será que seria feliz? Ou sentiria falta da vida que levo agora com esse tipo de situação esporádica em meu dia a dia?

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Perguntas, muitas perguntas, muitas dúvidas, medos até... Mas são coisas que não posso impor uma data. Basta-me apenas imaginar como tudo seria... se!

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Bora lá!

 

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