Sexta-feira, 27 de Março de 2009

ERA VERSO... ERA PROSA...

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Há um bom tempo que não crio, que não faço. Que não escrevo.... compor poemas era minha atividade principal. Era uma terapia onde externava em palavras escritas o que não conseguia falar, o que não podia....o que não saía.
Há um bom tempo era instantaneo. No meio da rua, dentro do metrô voltando para casa do trabalho, no ônibus...simplesmente as palavras vinham em minha mente e o que quer que estivesse perto servia para registrar.
Hoje em dia não sobra tempo. Não consigo parar para criar. Para externar... Preciso? Sim! Ah, como preciso.... mas não consigo! Tenho tentado manter a sombra de uma mulher forte, principalmente depois que consegui arrancar de uma vez por todas o R. do meu coração. Tenho tentado manter a aparência de uma mulher que não tem nenhum problema, nenhuma dor. Que agora vive para trabalhar e dar andamento em sua pós. E essa carapuça tem servido apenas para duas coisas: 1º para as pessoas me procurarem para dividir seus dramas, para pedir um ombro e uma palavra amiga, para entregar meu melhor sorriso e 2º para me fechar e não conseguir mostrar para ninguém que eu sou uma pessoa que tem dores dentro de si. Uma pessoa que embora se sinta realizada, tb sente que falta algo... e que não consegue expressar. E que na maioria dos dias não consegue ver uma perspectiva de realização dessas faltas.
 
 Há uma confusão dentro de mim hoje. Estou confusa entre a estagnação e a complicação, entre a turbulência  e a paz, entre o certo e o errado. Mas tudo isso envolve algum tipo de sentimento que não consigo mensurar.  Mas é um sentimento que muito me leva para a complicação e minha razão me puxa para a paz, e então o sentimento me faz pensar que essa paz não vai me permitir viver uma história e arriscar, mais uma vez, a tentar encontrar a felicidade. E estou nesse circulo.
 
As vezes acho que tenho chance, as vezes acho que não. É tão complicado entender os pensamentos. É tão dificil diferenciar as palavras das pessoas. Saber o que realmente elas querem dizer.  Mas neste momento está sendo muito mais dificil saber o que EU faço com esta minha vida confusa...
 
Sinto falta de alguns sentimentos, de afeto, carinho. Sinto falta de tanta coisa. Coisas que nem sei....
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Sinto-me: O ó do borogodó!
Em meus ouvidos toca: A musica do silencio
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Rabiscado por Bridget Bran às 00:39
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