Sábado, 15 de Setembro de 2007

SIGNIFICADOS...

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Recebi essas definições por e-mail, hoje. Achei-as interessantes. Por um momento passei a pensar sobre cada uma dessas palavrinhas que hora estão tilintando em minha vida, hora não...

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 .

Muito  é quando os dedos da mão não são suficientes.

Pouco  é menos da metade.

Ainda  é quando a vontade está no meio do caminho.

Lágrima  é um sumo que sai dos olhos,

               quando se espreme o coração.

Amizade  é quando você não faz questão de você

                e se empresta para os outros.

Vergonha  é um pano preto

                 que você quer para se cobrir naquela hora.

Solidão  é uma ilha com saudade de barco.

Abandono  é quando o barco parte e você fica.

Saudade  é quando o momento tenta fugir da lembrança

               para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança  é quando, mesmo sem autorização,

                   seu pensamento reapresenta um capítulo.

Ausência  é uma falta que fica ali presente.

Tristeza  é uma mão gigante que aperta seu coração.

Interesse  é um ponto de exclamação ou

                 de interrogação no final do sentimento.

Sentimento  é a língua que o coração usa

                    quando precisa mandar algum recado.

Emoção  é um tango que ainda não foi feito.

Desejo  é uma boca com sede.

Paixão  é quando apesar da palavra “perigo”              

            o desejo vai e entra.

Excitação  é quando os beijos estão desatinados

                 pra sair da sua boca depressa.

Angústia  é um nó muito apertado

               bem no meio do sossego.

Ansiedade  é quando sempre faltam

                  cinco minutos para o que quer que seja.

Preocupação  é uma cola que não deixa o que ainda

                      não aconteceu, sair de seu pensamento.

Indecisão  é quando você sabe muito bem o que quer,

                 mas acha que devia querer outra coisa.

Agonia  é quando o maestro de você

             se perde completamente.

Sucesso  é quando você faz o que sempre fez,

              só que todo mundo percebe.

Sorte  é quando a competência

           encontra com a oportunidade.

Ousadia  é quando a coragem diz para o coração:

              “Vá!”  e ele vai mesmo.

Lealdade  é uma qualidade dos cachorros,

                que nem todo ser humano consegue ter.

Decepção  é quando você risca em algo

                 ou em alguém um xis preto ou vermelho.

Indiferença  é quando os minutos não se interessam

                    por nada especialmente.

Certeza  é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Desilusão  é quando anoitece em você,

                 contra a vontade do dia.

Desatino  é um "desataque" de prudência.

Alegria  é um bloco de Carnaval

             que não liga se não é Fevereiro.

Razão  é quando o cuidado aproveita

           que a emoção está dormindo                       

           e assume o mandato

Prudência  é um buraco de fechadura na porta do tempo.

Lucidez  é um acesso de loucura ao contrário.

Pressentimento  é quando passa em você um trailer

                          de um filme que pode ser que nem exista.

Intuição  é quando seu coração

              dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Vontade  é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Culpa  é quando você cisma que podia ter feito diferente,

           mas, geralmente, não podia.

Raiva  é quando o cachorro que mora em você

           mostra os dentes.

Perdão  é quando o Natal acontece em Maio, por exemplo.

Renúncia  é um não que não queria ser.

Vaidade  é ter um espelho onisciente,

               onipotente e onipresente.

Amigos  são anjos que nos levantam

             quando nossas asas estão machucadas.

Felicidade  é um agora que não tem pressa nenhuma.

Sorriso  é a manifestação dos lábios

             quando os olhos encontram

             o que o coração procura.

Desculpa  é uma palavra que pretende ser um beijo.

Beijo  é um procedimento inteligentemente desenvolvido

          para a interrupção mútua da fala

          quando as palavras tornam-se desnecessárias.

Amor  é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.

Não. Amor é um exagero... também não.

É um cuidar de...  Uma batelada de carinho?

Um exame, um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero,

um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez, senão tivesse  sentido.... Talvez porque não houvesse explicação,

esse negócio de amor não sei definir.

 .

.

 

Sinto-me: Com saudade de alguém...
Em meus ouvidos toca: La-la-la-ri-ra-ra-ra....
Rabiscado por Bridget Bran às 03:44
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1 comentário:
De Amadan a 15 de Setembro de 2007 às 05:16
Lindas definições.
Eu defino Saudade como: O buraco que fica no coração, no lugar da pessoa que partiu.
Beijos


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